terça-feira, agosto 07, 2007

Punta Cana – 02 a 10 Junho 2007


A vontade – e a necessidade – de descansar num paraíso de praia era tanta que esta viagem parecia não mais chegar.
Mas chegou...e dia 2, eu e a Marta, lá embarcámos rumo ao sol e ritmos caribenhos.

A ideia que eu tinha da Republica Dominicana não estava errada. São férias de resort de luxo, sem contacto com a cultura local, onde a vida se desenrola entre praia, dança e praia...tudo no espaço do hotel (as visitas não são minimamente interessantes e puramente turísticas o que, para quem já fez algumas viagens por aí, não tem interesse...).

MAS que praia e que hotel... óptimos... areia branca, agua turquesa e quente, ondas, calor dia e noite, e coqueiros por todos os lados...ou seja, umas férias incríveis para quem quer apenas descansar (confesso que estava com medo porque não costumo ser fã de férias formatadas e empacotadas, e esta era a minha 1ª vez...).

Lá aprendemos a dançar a Barchata, a salsa e o merengue que treinámos com os locais. (nota....são o único “senão” da rep.: os homens locais, insuportavelmente chatos! Tanto por quererem vender a todo o custo, como por acharem que todas as mulheres não acompanhadas de namorado querem dormir com eles...e por isso não descolam. Sei que boa parte delas é mesmo assim, mas levámos por tabela. Imaginem, 2 raparigas sozinhas parecem o alvo perfeito p aqueles tipos (não entendem o conceito de que raparigas queiram ir com amigas de férias só para descansar uns dias)

Enfim, adiante... fizemos amigos, o Sébastien e o Romain (2 amigos franceses tb de vacances como nós), um tunisino mt querido, o Ramzi, e 2 francesas (os 3 animadores do hotel). Com eles conhecemos o pouco de vida fora dos hotéis e conseguimos fazer umas comprinhas “bien marché”.

As noites eram animadas, depois de um show temático, com música caribenha no hall do hotel, seguido da disco “Areito”, mesmo ao lado. Tudo com MUITO ritmo de ancas. As portuguesinhas iam tão cansadas que não conseguiram superar o jet-lag e por volta da meia-noite (qual cinderelas) estávamos KO....lol. Foi a maneira de aproveitar bem as manhãs na praia, as tardes a dormir à sombra da bananeira (bom, da palhinha, mas é igual).

De resto, pouco mais a contar...ah! fizemos um passeio de Hobie (mini catamaran) conduzido aqui pela experiente marinheira Sofia (sim, sim, eu!) como única passageira uma Marta meio verde de pânico. (talvez por irmos as 2 sozinhas à vela pelos mares de tubarões das Caraíbas, quiçá...)

Termino apenas por referir, impensável não o fazer não fosse eu tuga e este é , comprovadamente, um dos pontos mais importantes da nossa cultura...que a comida era fabulosa!...e comi tanto ....os nossos dias eram passados invariavelmente entre a mesa a comer, o mar a mergulhar, a sombrinha a dormir, e o hall a dançar....Vida Dura!

S

Madeira – Maio 07



A minha 1ª fam trip a sério no new job.
6ª feira dp de almoço embarquei para o Funchal sem saber mt bem o que esperar.
Atrasada para a festa de recepção e sozinha na corrida (ok, ia uma Sra. mt simpática tb no meu transfer, tb ela atrasada), perdi o discurso do Alberto João, mas não o magnífico fogo de artifício no forte, made-express. Lá encontrei uma ex-colega e juntei-me ao grupo deles.
Uma cervejinha num bar e CS madeira pois a minha colega e roomate Nélia chegava de Lx nessa noite. A agenda do weekend prometia ser dura e divertida!

Sábado: éramos uns 250 na fam....e lá fomos em bus dar a volta à ilha. First stop visita às trutas...não faço ideia do nome do local, mas estava fascinada com a beleza natural da ilha. (nota: era a minha 3ª vez no Funchal, mas 1ª pela ilha).

Seguimos para Santana ver as típicas casinhas e logo depois começámos uma fantástica caminhada pelas Levadas (caminhos de água abertos no meio da floresta para transportar a agua de um lado p o outro da ilha). Pic-Nic excelente no meio do bosque no “Caldeirão do Inferno” e fomos plantar uma árvore.

Podíamos escolher o nome que queríamos dar à nossa e eu à minha achei mt apropriado ser “Pangeia”, por significar a união da Terra, quando todos os continentes eram um só ...infelizmente ninguém percebeu o sentido...LOLOLOLOL...

Fiquei feliz por ter plantado a arvorezinha no meio da Laurisilva.

Acabámos a volta à ilha e corremos para o Hotel pois esperávamo-nos ainda um jantar no salão do Marriott com vista estupenda sobre a baía do Funchal, seguido de um concerto exclusivo do Luís represas.
Óptimo programa.

....claro está que no final disto faltava os copos e a noite...:):) ...já éramos então um grupo considerável e fomos dar um pezinho de dança...1º casino (ambiente altamente duvidoso e musica a condizer) e com os coleguinhas da concorrência fomos ao jaz, disco contígua à famosa “Vespas”, com ambiente fixe e música, literalmente, Morangos com Açúcar...enfim.
2 horinhas de sono para encetar o novo dia...


Nada como um passeio de barco para curar a falta de sono, o passeio de catamarán durou 3 horas e amei. Claro. Como amo tudo o que implique mar, barcos, vela. Tivemos direito a show dos golfinhos da região....colei-me ao skipper (giro e simpático) e levei uma aula prática de marinheiro.
Almocinho no Vila Galé e Bus para o Curral das Freiras. Mega vista.
Por esta altura já estava KO, mas longe de terminar a trip...

Back in the hotel, malas, jantar e apenas 4 horinhas de sono, já que o meu voo obrigou check out às 4h da matina.. Directamente para o work.
Foi um dia difícil mas um fds incrível.
S