Durante a maior parte da minha vida acreditei piamente que o mais importante da vida, para além dos óbvios e essenciais Saúde e Amor, era a criação de memórias. Levei anos a percorrer países, estradas, montanhas, mares. Anos a criar memórias, a experienciar tudo o que a vida me proporcionava para mais tarde recordar. Lembro-me de achar genial esse slogan da, já quase inexistente, mas outrora gigante, Kodak.
Até que um dia a vida me prega uma enorme partida…e retira da minha mãe, a minha querida mãe, a sua memória. A memória que ela construiu durante uma vida, connosco, com o Mundo.
E tiraram-me o tapete.
Tenho pensado nisto inúmeras vezes e há anos, tentando entender o porquê e afinal qual é o sentido da vida, o que devemos preservar, o que devemos procurar, o que é que deve ser o nosso foco.
Porque a memória, a experiência, essa a vida provou-me que pode desaparecer para sempre e de repente.
Tenho pensado qual é o objetivo de uma vida sem memória, o que é que existe para que a própria existência faça sentido.
E ao olhar para a minha filha a brincar, uma bebé com pouco mais de 1 ano e meio fez-se uma enorme clareza no meu espírito. Acalmou-se esta dúvida e ansiedade com que vivo há anos…
Porque um bebé também não terá memória destes primeiros anos de vida…mas contudo faz-nos todo o sentido mostrar-lhe o Mundo, a vida, dar-lhe a experienciar novas coisas, novos sabores, novos locais.
Porquê?
A resposta que me ocorreu naquele momento aplica-se a ambos, à minha mãe e à minha filha: a Emoção, o sentimento que lhes fica e que lhes dá uma sensação de segurança, de amor.
As emoções persistem, mesmo quando ainda ou já não há memória.
São a base do sentido da vida.
Quero acreditar nisso com toda a minha essência.
Quero acreditar que as horas que diariamente passamos quer com a minha mãe, quer com a minha filha, quer uns com os outros, fazem todo o sentido pois todo o amor que lhes transmitimos, o calor e a segurança justificam uma infância feliz ou uma velhice tranquila.
Por isso, mais que memórias, criem sensações.
Viajar faz todo o sentido para se ter uma abertura de espírito e conhecer várias realidades, várias formas da própria Natureza, vários seres humanos. Viajar cria memórias é verdade, mas o que é verdadeiramente essencial nas viagens e o sentimento com que voltamos delas.
S,
A divagar
A minha ideia é colocar aqui um bocadinho das minhas aventuras pela vida.... O Mundo é um T0, tão grande em distâncias e tão perto em comunicação. Encontramos um amigo, um amigo de um amigo, um vizinho, um conhecido, em qualquer lugar que vamos. E digo mesmo em qualquer lugar!!! toda a gente tem 1 ou 2 histórias destas p contar, eu tenho várias :P... mas vou tentar centrar-me no tema das viagens...algumas com fotos e tudo! Aguardo comentários! :) Sofes
quinta-feira, novembro 22, 2018
sábado, outubro 20, 2018
a 11.09.2018 escrevi...
Passou tanto tempo desde a última vez que escrevi e tantas emoções…
2016 foi o ano da gravidez, o crescimento de um amor incrível e desmesurado, uma preparação para o momento seguinte em que nos rendemos à maravilhosa natureza de ser mãe.
2017 nasceu a minha filha. A bebé mais perfeita e linda do meu Mundo. Uma criança que tem vindo a mostrar-me que o amor incondicional não tem mesmo limites nem tempo. Nasce e já está. Por ela percebi que seria capaz de a defender com a minha vida, de matar, de me tornar um animal em defesa da sua cria. É muito forte. É gigante.
2018 casei com o homem que amo e que mesmo sendo tão diferente de mim e dos meus antigos estereótipos faz-me sentir a pessoa mais feliz e amada do Mundo. Amo-o tanto que não é sequer questão ele já não existir na minha vida. A nossa vida. Porque a minha vida passou a ser partilhada. Com o Pedro. Com a Maria do Mar. Para sempre.
Pairo numa sensação estranha entre tudo o que já vivi, a intensidade com que vivi e esta “normalidade” que para mim não era normal, de uma vida comum, com filhos, encargos, planeamento…mas nem por um segundo me arrependo dessa normalidade pois com ela vem o amor do meu marido e da minha filha.
A intensidade com que vivi servirá para me guiar na educação desta nova vida que começo com ela. Quero mostrar-lhe a bondade e beleza que há no Mundo. Abrir-lhe portas. Ser feliz sabendo que ela é feliz e segue os seus passinhos.
Este é um texto escrito com tanto, mas tanto amor que me emociono enquanto o escrevo.
Obrigada Pachamama por mais uma dádiva.
Sofia Cardoso Garcia e Costa
Passou tanto tempo desde a última vez que escrevi e tantas emoções…
2016 foi o ano da gravidez, o crescimento de um amor incrível e desmesurado, uma preparação para o momento seguinte em que nos rendemos à maravilhosa natureza de ser mãe.
2017 nasceu a minha filha. A bebé mais perfeita e linda do meu Mundo. Uma criança que tem vindo a mostrar-me que o amor incondicional não tem mesmo limites nem tempo. Nasce e já está. Por ela percebi que seria capaz de a defender com a minha vida, de matar, de me tornar um animal em defesa da sua cria. É muito forte. É gigante.
2018 casei com o homem que amo e que mesmo sendo tão diferente de mim e dos meus antigos estereótipos faz-me sentir a pessoa mais feliz e amada do Mundo. Amo-o tanto que não é sequer questão ele já não existir na minha vida. A nossa vida. Porque a minha vida passou a ser partilhada. Com o Pedro. Com a Maria do Mar. Para sempre.
Pairo numa sensação estranha entre tudo o que já vivi, a intensidade com que vivi e esta “normalidade” que para mim não era normal, de uma vida comum, com filhos, encargos, planeamento…mas nem por um segundo me arrependo dessa normalidade pois com ela vem o amor do meu marido e da minha filha.
A intensidade com que vivi servirá para me guiar na educação desta nova vida que começo com ela. Quero mostrar-lhe a bondade e beleza que há no Mundo. Abrir-lhe portas. Ser feliz sabendo que ela é feliz e segue os seus passinhos.
Este é um texto escrito com tanto, mas tanto amor que me emociono enquanto o escrevo.
Obrigada Pachamama por mais uma dádiva.
Sofia Cardoso Garcia e Costa
terça-feira, abril 10, 2018
quinta-feira, março 15, 2018
CIAO ROMA :)
[Não, ainda não é a crónica sobre o meu mochilão em 2012 pela SA…:)]
Levei a minha Maria do Mar (“Mia” para quem não sabe) a fazer a sua primeira - espero que de muitas - viagem internacional!
QUINTO DIA - Segunda 12/03 - REGRESSO A LISBOA
Levei a minha Maria do Mar (“Mia” para quem não sabe) a fazer a sua primeira - espero que de muitas - viagem internacional!
Escolhemos Roma pois o Pedro não conhecia e é uma cidade simplesmente incrível. Eu mesma apesar de lá ter ido 4 vezes antes apenas uma delas tinha feito o programa completo de visita de 3 dias com todas as atrações turísticas da praxe…e essa já tinha sido há 20 anos! (as restantes foram apenas passageiras, jantaradas e copos pela cidade, em caminho para outros portos).
E foi espetacular!
A Mia portou-se lindamente, parecia que fazia parte de si estar em vida ambulante, comia e dormia, brincava e voltava a dormir. Delirou com os aviões a aterrar nas pistas e a vista sobre Lisboa e o Tejo. Para ela as férias foram isto…4 dias com os pais a 24h com muita brincadeira…ah…e uma montanha russa feita com as almofadas da cama king-size que foi o delírio absoluto (porque desta vez não fiz backpacking … mas haverá de chegar ainda esse dia com ela!).
E nós aproveitámos cada minuto claro!
Ora vejamos…
PRIMEIRO DIA - quinta-feira 08/03
Chegámos com um atraso enorme no voo e não deu para grande coisa, foi conhecer o hotel, jantar no quarto e por tudo a dormir.
SEGUNDO DIA (na realidade o primeiro) - sexta-feira 09/03 – CENTRO DA CIDADE DE ROMA
Depois do Pequeno-almoço nas calmas rumámos ao centro. Parámos no Vaticano e fomos a pé até à Piazza Navona ver as fontes e deambular ao sol, dali ao Panteão é um pulinho…a arquitetura desta cidade é deslumbrante, o Panteão, com sorte sem filas, deixa-nos pequeninos na sua dimensão.
Continuámos pelas ruelas e avenidas romanas e chegámos ao deslumbrante Monumento ao Victor Emanuel, na Piazza Venezia… que é para mim dos monumentos mais impactantes da cidade.
Hora de parar para uma tradicional pizza em forno de lenha, já perto do Forum Romano e de dar papinha à gata bebé.
Depois do almoço entrámos no Coliseu. Já levávamos os bilhetes comprados, outra novidade nas minhas viagens ahahaha, que nunca antecipei nenhuma compra, mas a dica tinha sido preciosa pois para quem viaja com um bebé as filas podem ser uma dor de cabeça. E assim escapámos à fila!
Eu tenho um sentimento estranho e contraditório quando entro no Coliseu…foi a segunda vez que lá fui e o feeling foi o mesmo. Foi o palco de uma das maiores aberrações humanas com as suas lutas de gladiadores e leões, onde muitos católicos perderam a vida para júbilo dos imperadores. Contudo o seu porte e grandiosidade deixam-me igualmente deslumbrada pela construção, pela dificuldade técnica em por de pé tamanho edifício e isso ter sido feito apenas 8 anos!!...começando em 72 dc e acabando em 80 dc. Amazing.
Depois seguiu-se o Forum Romano, igualmente imperdível para quem visita Roma.
Ainda estávamos com muita energia e o sol convidava a continuar, pelo que subimos até à belíssima Fontana de Trevi onde comemos um gelado e continuámos para a Piazza di Spagna com a sua escadaria mundialmente famosa e as suas lojas de marca de luxo. O final de tarde foi aqui, acompanhado por umas castanhas. Voltámos ainda a pé a atravessar toda a cidade até à margem do Tibre para voltarmos ao hotel.
TERCEIRO DIA – Sábado 10/03 - MUSEUS DO VATICANO & CAMPO DI FIORI & TRASTEVERE
Começámos o dia nos Museus do Vaticano. Lembro-me há 20 anos atrás do corredor dos Mapas me ter ficado na memória como uma ala espetacular destes museus, a minha preferida. E assim continua. Brilhante.
A beleza destes corredores é emocionante. E terminam na Capela Sistina, o auge artístico, pintada pelos maiores artistas do Renascimento como o sobredotado Miguel Ângelo, que foi muito além de um pintor, um génio criativo em várias áreas e ciências.
Saímos dos museus, almoçámos num restaurante típico onde as pastas foram servidas nas frigideiras e a Mamma lá do sítio comandava as tropas. Passámos então à praça de S. Pedro.
A fila para entrar na Basílica era enorme e a Mia já tinha acordado há um bom bocado pelo que decidimos seguir o conselho de um dos guardas que nos disse que aos Domingos às 09h da manhã não há filas! Deixámos para o dia seguinte a visita. E confere!!!
Esta é uma dica muito útil mesmo, já que nem sempre se consegue enganar os guardas e passar com os Grupos da Capela Sistina directamente à Basília (que tem entrada gratuita mas com filas). A maioria das pessoas tem de sair dos Museus, dar a volta e entrar na Basílica. Se houver fila já sabem a melhor altura para entrar J.
Ainda tínhamos umas horas e fomos deambular pela cidade: faltava-no o Campo di Fiori e aproveitámos para comer um geladinho. De seguida rumámos ao Trastevere para um final de tarde entre piadinas (são optimassss) e visita às lojinhas de rua.
Com a Mia connosco não relato nada sobre os jantares ou vida noturna porque simplesmente não houve, optámos por passear muito de dia e jantar sempre no restaurante do hotel para ela dormir cedo e aguentar as nossas passeatas bem-disposta. Opções.
QUARTO DIA - Domingo 11/03 – último dia de visitas – BASÍLICA DE S PEDRO & PRAÇA DO POPOLO & COMPRAS!
O dia em que começámos mais cedo para aproveitar a Basílica sem filas. Às 09h20 estávamos a entrar na maior igreja do Mundo.
Estava a ser celebrada missa e a música transportava-nos para outra dimensão. Aliás, tudo naquele lugar nos transporta para outra dimensão. A Maria do Mar ao fim de 2 minutos adormeceu ao meu colo e só acordou 1h mais tarde quando estávamos a sair da igreja.
O Pedro estava sem palavras e eu sentei-me numa das capelas a observar. Estamos na Quaresma e por isso decorriam várias cerimónias com os cardeais a passar de um lado para o outro com cruzes e outros elementos. A riqueza do Vaticano choca-me confesso. Muito. E aqueles cardeais que nem olham para as pessoas e passam com ar de importância também.
Eu não sou católica mas respeito imenso a fé de cada um e sou grande fã do Papa Francisco por achar que é um líder espiritual de maior importância no Mundo com uma humildade e respeito pelo próximo como poucos tiveram. E isso agrada-me. É importante não ficarmos apenas centrados no nosso umbigo, é importante respeitar as diferentes formas de vida e perceber que a nossa não é melhor, só é mais uma forma. Viajar é um abrir de olhos permanente para que não fiquemos centrados apenas numa realidade. E por isso é que é tão importante, pelo menos para mim.
Saímos da Basílica e fomos tomar um mega pequeno-almoço ao centro da cidade. Andámos um pouco a deambular e escolhemos um café/restaurante muito romano e muito bom perto do Tribunal.
A seguir a repor as energias caminhámos até à Piazza del Popolo e descemos pela Via del Corso. Tempo para umas últimas comprinhas para a criançada e toca de voltar para o hotel um pouco mais cedo pois as nuvens fecharam e a chuva de repente começou a cair!
Foram uns dias perfeitos.
Roma, a cidade-capital de uma dos maiores Impérios da Antiguidade Clássico e do Mundo esteve mais uma vez esplendorosa.
Notas:
Este período sem viajar estava a ser complicado para mim pois o bichinho de andar pelo Mundo já me roía aos poucos. Descomplicar e levar a Maria do Mar foi a melhor coisa que fizemos!
Levámos 1 mochila com a comida e as fraldas da Mia e um trolley de cabine com a roupa, onde coube tudo para os 3 e foi exatamente o que precisámos J
S, ARRIVEDERCI ROMA!!
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DICAS PARA VIAJAR COM CRIANÇAS DE 1 ANO:
- Levem ou comprem no destino, se possível, as refeições em boião, são uns dias não é uma vida, não complicar é a chave. Depois se der pede-se uns pratos tradicionais para eles provarem mas não ficamos dependentes de horas para nada. Chega à altura de comer e aquece-se um boião em qualquer lugar. Eu nunca lhe tinha dado, comprei dos biológicos. Ela adorou! Fruta vende-se em todo o lado! Também levei umas frutinhas bebíveis.
- Abastecer o biberon com leite sempre que possível, logo na descolagem e na aterragem é muito útil para os ouvidos deles. Também lhe pus uns tampões de cera mas não sei se funcionou lol.
- Em vez de casaco de bebé levei roupa confortável (collantes e calças macias) e um macacão quente impermeável, de dia andava com a roupa e ao final do dia vestia o macacão por cima e lá andava ela toda contente e quentinha.
- O nosso carrinho é ultra leve (3.7 kg) e rebate, assim a nossa gata bebé sempre que queria dormir era só baixar a parte de trás. Andei sempre com alguns legos e 1 livros plastificado pequenino atrás, são bons brinquedos para entreter Je um mini peluche.
Atenção: não são permitidos carrinhos de bebé dentro da Basílica, temos de os deixar num bagageiro ali na porta ao lado, por isso se tiverem babies levem também um sling ou kanguru extra, foi a minha safa!
quinta-feira, fevereiro 01, 2018
2 anos mais tarde, I'm back to writing :)
01.02.2018
….Passaram
2 anos desde que escrevi a última vez no meu querido blog. 2 anos!
A razão
mais evidente terá sido porque as viagens durante este período foram outras…na verdade embarquei na maior viagem da minha vida: Fui
mãe!
Não que a
seguir a Angola e antes de ter ficado à espera da minha gatinha bebé, não tenha
viajado.

Fui à Serra Nevada sentir a adrenalina das pistas que tanto adoro, agora com o Pedro.
Depois a S. Paulo, onde fui a trabalho. Aproveitei para ficar hospedada em casa
da minha querida amiga Ritinha e assim tive o melhor dos 2 mundos, podendo
visitar e sentir SP como uma local.
AMEI. Sempre tive uma ideia preconcebida de Sampa, um enorme erro que até nem costumo fazer. Essa idea era de uma cidade difícil. poluída, perigosa. cansativa. [mas com restaurantes excecionais]E a surpresa foi ainda maior: descobri uma cidade em que me senti segura, limpa e divertida. Pelo menos em todos os lados em que andei ... é certo que não fui para os bairros periféricos mas caminhei imenso, perdi-me nas ruas, de dia e de noite...e claramente já tive em locais muito mais complicados ehehe. Uma experiência urbana que me surpreendeu!!
E finalmente,
fomos a Formentera em Junho ao casamento do ano!
Formentera
é bom, é muito bom, é a vida de forma lenta, as praias paradisíacas, a água quente,
o chinelo sempre no pé e o SUP na água! Foi uma semana espetacular.
Tudo isto
em 6 meses.
O Pedro
veio viver comigo 1 mês mais tarde e a nossa vida começou.
Já
grávida de 3 meses e meio fui a Paris a trabalho, fazer a primeira viagem da
minha Maria do Mar. Foi cansativo mas consegui dar uns passeios de final de dia
à Ille de France e ainda jantar com a minha querida amiga Claire.
Depois tudo
mudou: a barriga cresceu e a vontade de conhecer a minha Mia não parou de
crescer também, de querer dedicar-me a ela, de mima-la, de vê-la ser Feliz.
Vamos
agora fazer a primeira viagem internacional com a nossa baby.
Escolhemos
um primeiro destino muito fácil: Roma! O Pedro não conhece e eu adoro Roma,
aliás, adoro Itália. Fui várias vezes e acho q nunca me fartarei de repetir. A
história, a graça, o estilo de vida, a arte, a beleza…e repito de propósito…a
beleza. Ver e sentir.
A Mia
ainda será muito pequenina para entender mas sentir, nunca é cedo demais. Todas
as experiências que possa ter vão construir a abertura dela ao Mundo.
E agora
eu tenho um novo objetivo nas minhas viagens: mostrar esse Mundo à minha filha.
Ansiosa
por estes dias J
S, o meu
amor pequenino vai ter uma mochila :P
PS - Voltarei
a escrever em breve…não quero perder este ritual que tinha desde 2005…afinal já lá vão 13 anos
de memórias! Pelo meio sei que falta no blog o registo da que foi a maior de
todas as minhas experiências pelo Mundo: os 3 meses/90 dias pela América do
Sul. A minha vida que parou por cá e se desenrolou sem planos por lá. Da Colômbia
a Ushuaia, descendo pela costa chilena e subindo depois pela Argentina. Somando
o Uruguay e o sul do brasil quase sem querer e já no final. 8 países. Uma mochila,
muita aventura! Tenho mesmo de escrever para ficar também com esse registo de
memória…fica em promessa!
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