A minha ideia é colocar aqui um bocadinho das minhas aventuras pela vida.... O Mundo é um T0, tão grande em distâncias e tão perto em comunicação. Encontramos um amigo, um amigo de um amigo, um vizinho, um conhecido, em qualquer lugar que vamos. E digo mesmo em qualquer lugar!!! toda a gente tem 1 ou 2 histórias destas p contar, eu tenho várias :P... mas vou tentar centrar-me no tema das viagens...algumas com fotos e tudo! Aguardo comentários! :) Sofes
terça-feira, abril 21, 2009
Finalmente a Thai! Mais uma viagem de sonho para não esquecer :)
Estava enguiçada. Cheguei mesmo a pensar: “vou esquecer esta viagem e pensá-la noutro ano...pelo meio farei outras e um dia quiça, lá estarei.”
E eis que...um dia recebo uma mega promo da Thai Airlines de deixar qualquer um de boca aberta. Ainda duvidei, pensei que já tinha posto de parte, que iria antes à neve, enfim, que já não ia insistir no destino. Comento com um amigo meu sobre a promo e diz-me que é fabulosa e que devia aproveitar. Pensei, bom, 1 dia, LOL, e no dia seguinte estava decidido: iria p a Thai.
Falei com a minha usual tripmate, Sarovski e tb com o tal amigo que me entusiasmou a fazer a viagem. Ambos disseram q queriam vir se eu conseguisse mesmo aquele preço. Tentei, só deram para um acompanhante, e a Sarita decidiu ir para a neve.
De repente, ganhei um tripmate, o João, e uma certeza: esta viagem, finalmente, ia sair! Yupiiiiiiiiiiiiiii :D:D
É curioso, eu estava a pensar ir sozinha, mas pela primeira vez, estava com alguma renitência nisso, e de repente, out-of-the-blue, tenho companhia, tenho bilhete mega barato na mão e estou a fazer a mochila p partir numa mega aventura!
E foi...mais uma lifetime experience, com menos exigência física no trekking q a do Peru, mas absolutamente perfeita!
Vou fazer 1º um relato tipo diário da viagem e depois algumas considerações pessoais, que fui escrevendo por lá, sobre como me sentia e via o mundo à volta, mas isso deixo p outro post.
È longo, por isso dá p ler na diagonal quem quer só sentir um pouco do itinerário, ou para mim, ter o relato completo, e tal como num momento Kodak, para mais tarde recordar!
Diário
0 – Madrid
Saímos de noite p Madrid e após uma converseta com o meu amigo Bruce, nosso host em Madrid, fomos deambular pela cidade, comer um pita vegan num take away e andar...horas... ainda sem acreditarmos que estávamos de férias e prestes a ir para a Tailândia de mochila às costas! J
1 – Bangkok
As primeiras horas em Bangkok foram horríveis...demasiado calor e humidade, demasiado barulho, poluição e baratas por todo o lado, andámos nas zonas menos turísticas, a pé, e isso foi um péssimo cartão de visita...até q decidimos mudar o rumo, entrar no que eles chamam de “Sabai” (relax, carpe diem) e tudo passou a perfeito: mega massagem thai, mega jantar de gambas tigre e mt Singha.
2 – Chiang-Mai
No dia seguinte fomos p o norte, Chiang-Mai. A 2ª maior cidade da Tailândia, mas em nada parecida com a capital, uma cidade mt simpática, com muito para fazer e visitar.
Descansámos, aliás, descansámos muitassssss vezes de cervejinha na mão e um sabai sabai já incorporado em nós, e após algum passeio e + uma massagem, desta vez numa loja, bem, surreal!
3 – Cascata + trekking + aldeia
No 3º dia partimos para as montanhas. Bonowang (ou algo do género) era o nosso guia bipolar (é verdade, chegámos a essa conclusão no último dia do trekking). “Bono” como lhe passámos a chamar, embora ele não fizesse a menor ideia de quem eram os U2 (bom, ele não entendia quase nada de inglês mesmo), era um puto de 23 anos, de uma aldeola Karen (cristã) perdida no meio da montanha (há mts, na maioria deles refugiados da Birmânia).
Levou-nos primeiro a um mercado do tipo “tudo-o-que-tu-queiras-desde-a-cabeça-do-porquinho-sangrento-ao-lado-do-biquini-ao-lado-do-detergente-ao-lado-da-coca-cola”, e seguimos de seguida para o primeiro lugar idílico de mts em que iríamos estar: as cataratas de Mork Fa. Lindo.
Tivemos aqui o primeiro contacto com a fauna local, lol, uma “cobrinha” venenosa (2ºo Bono) que dormia tranquilamente na catarata, enqto nós tomávamos banho J
Dp seguiu-se um almoço no meio da estrada com o pessoal q ia na Intrepid paralela, um grupo de 9 de 3 cantos do mundo: Austrália, Inglaterra e Alemanha. [turista Intrepid é sinónimo de pessoal porreiro, da nossa idade, que anda a curtir os programas do melhor operador na área...sem dúvida! J]
Começámos o 1º trekking na montanha, a meio da tarde e levou apenas, julgo eu, umas 2h a chegarmos os 3 à primeira aldeia do percurso: Mae-Chón (lê-se Méchon). Que cenário, que sítio fabuloso, éramos os únicos turistas e fomos recebidos numa casa de bamboo mt gira, com um rio e mini-cascata ao lado, e bananeiras e plantas...e muitos búfalos, ao redor (...e por baixo de nós, a dormir a 1 metro...).
Senti-me mesmo em paz naquela bolha protegida da realidade, com um ritmo tão próprio, uma verdadeira fonte de energia. Comemos, jogámos badmington com as crianças...e acabámos a noite a aprender jogos típicos com o Bono, sob um céu de estrelas incrível.
4 – Trekking + passeio de elefante na selva
Re-começámos o trekking logo a seguir ao pequeno-almoço...e este foi mais puxado. Estava muito calor, mas pouca humidade, o que facilitou o passo.
Mas tivemos muitas subidas árduas e mts momentos de contemplação da beleza da paisagem.
Chegámos a um rio onde estavam elefantes, lindos, enormes, imponentes.
Almoçámos, sempre sem rasto de turistas, e após o almoço subimos para os elefantes para a 2ª etapa do dia: um percurso de ce
rca de 1h (acho eu...pode ter sido +) até à aldeia seguinte: Banpakowlam. Que passeio fantástico!!! 
Nesta aldeia a casa onde ficámos estava desalojada, seguramente há bastante tempo, tinha as madeiras todas abertas e não havia luz nem para a mesa exterior (na anterior tínhamos luz eléctrica na mesa, de um mini-gerador que se alimentava de um painel solar, o resto era a velas), mas a v
ista era incrível, sobre um rio e com imensa vegetação. Aqui os sons dos animais sobrepunham-se numa pseudo-cacofonia curiosa, LOL...mas o homem é um animal de hábitos e quando de faz por gosto, tudo se torna simples.
E eis que...um dia recebo uma mega promo da Thai Airlines de deixar qualquer um de boca aberta. Ainda duvidei, pensei que já tinha posto de parte, que iria antes à neve, enfim, que já não ia insistir no destino. Comento com um amigo meu sobre a promo e diz-me que é fabulosa e que devia aproveitar. Pensei, bom, 1 dia, LOL, e no dia seguinte estava decidido: iria p a Thai.
Falei com a minha usual tripmate, Sarovski e tb com o tal amigo que me entusiasmou a fazer a viagem. Ambos disseram q queriam vir se eu conseguisse mesmo aquele preço. Tentei, só deram para um acompanhante, e a Sarita decidiu ir para a neve.
De repente, ganhei um tripmate, o João, e uma certeza: esta viagem, finalmente, ia sair! Yupiiiiiiiiiiiiiii :D:D
É curioso, eu estava a pensar ir sozinha, mas pela primeira vez, estava com alguma renitência nisso, e de repente, out-of-the-blue, tenho companhia, tenho bilhete mega barato na mão e estou a fazer a mochila p partir numa mega aventura!
E foi...mais uma lifetime experience, com menos exigência física no trekking q a do Peru, mas absolutamente perfeita!
Vou fazer 1º um relato tipo diário da viagem e depois algumas considerações pessoais, que fui escrevendo por lá, sobre como me sentia e via o mundo à volta, mas isso deixo p outro post.
È longo, por isso dá p ler na diagonal quem quer só sentir um pouco do itinerário, ou para mim, ter o relato completo, e tal como num momento Kodak, para mais tarde recordar!
Diário
0 – Madrid
Saímos de noite p Madrid e após uma converseta com o meu amigo Bruce, nosso host em Madrid, fomos deambular pela cidade, comer um pita vegan num take away e andar...horas... ainda sem acreditarmos que estávamos de férias e prestes a ir para a Tailândia de mochila às costas! J
1 – Bangkok
As primeiras horas em Bangkok foram horríveis...demasiado calor e humidade, demasiado barulho, poluição e baratas por todo o lado, andámos nas zonas menos turísticas, a pé, e isso foi um péssimo cartão de visita...até q decidimos mudar o rumo, entrar no que eles chamam de “Sabai” (relax, carpe diem) e tudo passou a perfeito: mega massagem thai, mega jantar de gambas tigre e mt Singha.
2 – Chiang-Mai
No dia seguinte fomos p o norte, Chiang-Mai. A 2ª maior cidade da Tailândia, mas em nada parecida com a capital, uma cidade mt simpática, com muito para fazer e visitar.
Descansámos, aliás, descansámos muitassssss vezes de cervejinha na mão e um sabai sabai já incorporado em nós, e após algum passeio e + uma massagem, desta vez numa loja, bem, surreal!
3 – Cascata + trekking + aldeia
No 3º dia partimos para as montanhas. Bonowang (ou algo do género) era o nosso guia bipolar (é verdade, chegámos a essa conclusão no último dia do trekking). “Bono” como lhe passámos a chamar, embora ele não fizesse a menor ideia de quem eram os U2 (bom, ele não entendia quase nada de inglês mesmo), era um puto de 23 anos, de uma aldeola Karen (cristã) perdida no meio da montanha (há mts, na maioria deles refugiados da Birmânia).

Levou-nos primeiro a um mercado do tipo “tudo-o-que-tu-queiras-desde-a-cabeça-do-porquinho-sangrento-ao-lado-do-biquini-ao-lado-do-detergente-ao-lado-da-coca-cola”, e seguimos de seguida para o primeiro lugar idílico de mts em que iríamos estar: as cataratas de Mork Fa. Lindo.
Tivemos aqui o primeiro contacto com a fauna local, lol, uma “cobrinha” venenosa (2ºo Bono) que dormia tranquilamente na catarata, enqto nós tomávamos banho J
Dp seguiu-se um almoço no meio da estrada com o pessoal q ia na Intrepid paralela, um grupo de 9 de 3 cantos do mundo: Austrália, Inglaterra e Alemanha. [turista Intrepid é sinónimo de pessoal porreiro, da nossa idade, que anda a curtir os programas do melhor operador na área...sem dúvida! J]
Começámos o 1º trekking na montanha, a meio da tarde e levou apenas, julgo eu, umas 2h a chegarmos os 3 à primeira aldeia do percurso: Mae-Chón (lê-se Méchon). Que cenário, que sítio fabuloso, éramos os únicos turistas e fomos recebidos numa casa de bamboo mt gira, com um rio e mini-cascata ao lado, e bananeiras e plantas...e muitos búfalos, ao redor (...e por baixo de nós, a dormir a 1 metro...).Senti-me mesmo em paz naquela bolha protegida da realidade, com um ritmo tão próprio, uma verdadeira fonte de energia. Comemos, jogámos badmington com as crianças...e acabámos a noite a aprender jogos típicos com o Bono, sob um céu de estrelas incrível.

4 – Trekking + passeio de elefante na selva
Re-começámos o trekking logo a seguir ao pequeno-almoço...e este foi mais puxado. Estava muito calor, mas pouca humidade, o que facilitou o passo.
Mas tivemos muitas subidas árduas e mts momentos de contemplação da beleza da paisagem.
Chegámos a um rio onde estavam elefantes, lindos, enormes, imponentes.
Almoçámos, sempre sem rasto de turistas, e após o almoço subimos para os elefantes para a 2ª etapa do dia: um percurso de ce
rca de 1h (acho eu...pode ter sido +) até à aldeia seguinte: Banpakowlam. Que passeio fantástico!!! 
Nesta aldeia a casa onde ficámos estava desalojada, seguramente há bastante tempo, tinha as madeiras todas abertas e não havia luz nem para a mesa exterior (na anterior tínhamos luz eléctrica na mesa, de um mini-gerador que se alimentava de um painel solar, o resto era a velas), mas a v
ista era incrível, sobre um rio e com imensa vegetação. Aqui os sons dos animais sobrepunham-se numa pseudo-cacofonia curiosa, LOL...mas o homem é um animal de hábitos e quando de faz por gosto, tudo se torna simples. Dormi com mt frio do cansaço, e penso que por isso acabei por me levantar antes do sol nascer e fui passear à beira-rio.
Tive um bocadinho de medo, mas o cenário que a seguir assisti valeu a pena...o nascer do sol, laranja, no meio dos bamboos, e a reflectir no rio. Um momento que irá ficar na minha memória seguramente.5 – Bamboo rafting na selva no norte + Phuket
Começámos o dia a saltar p cima de uma jangada feita de bamboos, e demos início a 4 horas e puro deslumbramento. Não sei se consigo descrever a sensação de deslizar nas águas de um rio, rodeado de muralhas gigantes de árvores tropicais e sons de animais invisíveis, tão alto que a nossa voz soava a estranho, a mais no meio daquela linguagem única da selva.
Foi inesquecível.
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Chegámos ao final extasiados e regressámos p Chiang-Mai, comer, beber, sabaia sabai, comprinhas no mercado e repor as forças p o dia seguinte em que iríamos apanhar um voo p outras paragens...e dar início à segunda fase da nossa trip: as ilhas!6 – Phuket – Kata Beach
Foi ao calhas, escolhemos a GuestHouse em Kata sem qualquer noção. E acertámos. Uma praia deslumbrante. Chegámos já ao cair da noite e fomos passear na praia. A água quente, a escaldar, a lua a iluminar a mega baía e um ilhéu à frente a completar a paisagem, rapidamente nos fizeram perceber que estávamos no sítio certo!
7 – Phuket –Kata – Patong
Às 8h da manhã já estávamos a chegar à praia. Tal era a vontade de cair na água e sentirmo-nos no paraíso do mar.
Passámos o dia ali e decidimos ir acabar a praia à famosa Patong Beach, a uns 20 min.de taxi dali.
Jantámos no italiano + conhecido de patong, o Rico (sim, estávamos a precisar de mudar da thai food condimentada), e mts cervejas depois andávamos a correr os bares da famosa rua.. É o que é, para ir e ver uma vez, não para regressar. A praia é má, a rua é um aglomerado de bares e prostituas, dezenas de pessoas, e tudo o que se pode imaginar à venda. Foi mt giro pq desde o início da nossa viagem que não saímos verdadeiramente à noite e soube bem!
8- Phi-Phi Lei + Phi-Phi Don
Arrancámos de manhã, de speed-boat, com um guia lady-boy…a pseudo-Susan, para as ilhas Phi-phi (são 2). 600HP no motor poe-nos lá em menos de 1h e qd chegámos ao cenário do famoso filme “A praia” foi um misto de “incrivelmente belo” com “20 speedboats + dezenas de turistas a tapar a praia”.A Phi-phi Lei é linda, água quente, transparente, milhares de peixes (fizemos snorkeling aqui), de beleza rara. Mas está altamente turístico e por isso ficámos muito felizes com a decisão de sair daquele tour na Phi-Phi Don (é a 2ª ilha) e aproveitar de verdade o paraíso que nos apresentaram.
Ficámos mais 2 noites\ 3 dias, na Phi-Phi Don, e eu teria lá ficado no mínimo 1 semana. Que spot. Musica chill-out na praia, uma baía (“Dohlum Bay) de perder a respiração, uma vegetação intensa tropical, e uma onda de festinhas e mega curte por todo o lado.

Fiz uns amigos brasileiros e fomos jantar com eles....a seguir conhecemos a bebida oficial da ilha, a que chamámos carinhosamente de “Baldinhos” (“bukets”).
São os baldes das crianças de praia (enormes) cheios de vodka+red-bull+sprite ou igual mas com whisky. Bebemos...6....entre 3 pessoas, sendo que o João bebeu bem mais q as meninas (fomos p uma festa na praia com a Luna, uma das brasucas q conheci na praia).
O desfecho foi um caminho p casa bem tortuoso (lol, sendo que a “casa” era no final da ruela, a menos de 2 min a pé da areia, LOL).
9- Phi-Phi Don (Dohlum Bay)

Magnífico!! Dia inteiro na praia, sem mexer um dedo...água a escaldar, as melhores pizzas do Mundo no Ciao Bella, restô\bar de praia do Roberto (bom o João aqui diz q empatam com as do Bafetto em Roma, mas eu humildemente, não conhecendo as outras, acho q aquele cenário ganhou, :P). Um livro excelente de companhia...mega música de chill out. Paradise.

Fiz amigos franceses, o Arno, o Philippe e a Sandrine, estavam de barco a caminho de Langkawi na Malásia.
Acabámos o final do dia a beber copos e a jantar com eles (bom, creio q o João aqui se rendeu à coca-cola, pq não havia estômago p mais alcool, LOL.
10 – Kai + Yao Yai - o paraíso na terra

Na tarde do 10º dia fomos fazer snorkeling numa ilhota linda, linda, de areia tipo farinha branca, cheia de corais e peixes lindos (os rosa atacavam-nos e bicavam, fartámo-nos de rir). Ananás, melancia e bebidas a serem servidas pela praia, um momento de contemplação, e seguimos p Phuket para apanharmos um barco p o próximo paraíso...e de facto, deu p cortar a respiração.
Sem saber bem ao que íamos, chegámos a uma ilha de vegetação ultra densa, ZERO turistas, 100% de muçulmanos, com o som da chamada p a oração bem claro, e levaram-nos para um “resort” (de resort apenas pq é um conjunto de cabanas de praia com um restaurante aberto em cima da areia). Deserto ou quase, chegámos a ver 2 pessoas, lol...com redes nas árvores, praia a perder de vista, água quente e transparente e uma paisagem impressionante: o mar da baía repleto de ilhéus. A praia era orientada p o por-do-sol e a quase falta de luz artificial fez com q o céu se abrisse estrelado ao seu limite, sob um horizonte lindo. Estive mt tempo na rede em sabai sabai, só a ouvir os sons da natureza, que são tão altos e intensos que não sei como os descrever.

11- Yao Yai
Mais um dia de Sabai sabai....ou dolce fare niente...entre passeio na praia, rede, espreguiçadeira, areia e mar...passou-se o dia! LOL, fomos dar uma volta pelo interior da ilha na hora de maior calor, mas ao fim de um bocado não aguentámos o calor e regressámos aquele paraíso perdido.
As mulheres andam tapadas e com lenço na cabeça, e muitas têm a cara mascarada com lama. Não têm dtos, até qd queríamos dar presentes às crianças, as mãe só diziam aos meninos p aceitarem, as meninas claramente não eram iguais.
Em Yao Yai comemos os melhores crepes de legumes do mundo! (tipo chineses, mas thai, óbvio, pequeninos e com noodles dentro!!)
12 – Phuket – Sirinath National Park – Bankok
Fomos lá parar por acaso. Saímos do taxi com as nossas mochilas e à espera de uma praia de locais, sem gr interesse, mas p passarmos a manhã antes do voo...e eis que...era FABULOSO. Outra versão
de paisagem diferente das que tínhamos estado até ao momento. Estávamos no meio de um parque natural , onde a praia era acompanhada por uma orla de pinheiros (Sim!!) gigantescos...novamente água transparente, quente e com longtail boats ornamentar o cenário. Passámos a manhã e dp do almoço mais picante de toda a minha vida, seguimos de regresso a Bangkok...onde mais uma aventura nos esperava.
Deixámos tudo no aeroporto (afinal só tínhamos mais uma noite em Bkk e não precisávamos de nada das mochilas à parte do “necessaire” com a escova de dentes e pouco mais) e fomos visitar do zero Bkk.
Mega jantar, sempr regado de Chang, e passeiozinho pela KahosanRoad e Rambutri streets para mudarmos de opinião sobre a city. Cool spot este.
13- Bangkok...e uma aventura de Tuc-Tuc + hospital + esquadra polícia
De manhã fizemos
as visitas obrigatórias do complexo do Palácio real e alugámos um longtail só p nós e fomos ver as “ruelas” (canais) onde o povo vive...com mercado flutuante pelo meio, atravessámos os canais durante 1h30, passando pelos míudos que tomavam banho na agua preta e com esgotos a cair em jorro, casas ultra pobres e casas ultra ricas, todas elas com uma espécie de ancoradouro.
Visitámos o Wat Arum e pedimos ao “skipper” (lol) p nos deixar em frente ao porto q dava p o Wat Pho. A última vista do dia e sem dúvida, em termos de impacto de estátuas, a maior: a estátua do Buda reclinado.

Qd acabámos tínhamos um plano bem simples em mente...e mt sabai, claro, a coincidir com o resto das férias: ir almoçar nas calmas e aproveitar a tarde toda p as compras (o voo era à noite e não tínhamos feito compras na viagem inteira).
MAS...assim não foi.
Ainda não tínhamos andado nos tradicionais tuc-tuc e decidimos aceitar a banha da cobra de um guarda que nos vendeu o passeio a preço da uva mijona, sendo que terminava justamente onde nós queríamos ir e passava antes no único Lucky Buda da Tailândia, e estávamos curiosos em vê-lo.
Íamos velozmente a chegar à rua das compras quando num cruzamento vemos uma pick-up a abrir em direcção ao nosso tuc-tuc..o puto que conduzia não olhou sequer p o lado (eles são doidos com aquilo) e tivemos um mega acidente.
Batemos a toda a velocidade, para mim tudo se passou em câmara lenta, voei e fui raspar toda pelo chão...lembro-me de fazer mt força com um braço p não magoar a cabeça e qd me levantei vi a perna do míudo debaixo do tejadilho, o João em pé (não teve nem um arranhão) e sangue...estava sem qq força, exausta, queria sair dali e perceber se estava inteira. Caminhei até ao passeio imundo e aterrei no chão. Queria dormir pq via tudo amarelo e estava mt mt mt calor. Exausta e com dores, a ver sangue a correr do braço e da perna. O João fez-me uma almofada e lá me deitei à espera da ambulância, rodeada de curiosos que até fotos me tiraram!
Depois foi um filme...hospital de Bangkok, inglês? What?? Nope, not much...eu diria: not at all! LOL
Estive 3 horas por lá, e saí com a certeza q o meu braço estava mal tratado e limpo e que aquilo ia piorar. Saí e o João diz-me q o polícia estava ali há 3h à espera p garantir que nos metia num táxi...para a esquadra!!!
Era o que me faltava, com dores imensas, sem comer há mts horas (e por isso não podia tomar os comprimidos analgésicos) e ainda íamos à Polícia!!
Mais uma aventura...relato brevemente: cheguei e tiraram fotos às feridas...ou às ligaduras. Depois disseram-me “Qt é q quer p ficar feliz?”...pronto, justiça de 3º mundo, na hora, sem mais nem quê....acabei por aceitar uns ridículos 20 euros e tive de tirar uma foto a agarrar no dinheiro em simultâneo com o culpado...
Fomos finalmente para a rua das compras ...mas já não consegui fazer praticamente compras, pq mal me mexia! LOL...mas comemos e bebemos com os 20€ do acidente! LOL
Regresso a Madrid... com dores e cansada, dormi q nem um anjo umas 7h a bordo, calculo q por efeito dos medicamentos. Em Madrid almoçámos com o Bruce novamente e dp estivemos só em Sabai sabai, a beber mais uma cervejinha, no Parque do Retiro ao sol. Acabámos o dia num barzinho com a minha amiga Emma, que não via há 7 anos e foi excelente...o coitado do meu trip mate é q lá teve de nos ouvir a por a conversa em dia durante 1h! LOL...MAD –LIS foi meio filme, é um facto, mas não vou relatar, íamos perdendo o avião, mea culpa, e o João teve de lá deixar as Chang de presente (tb mea culpa, ups...)- Mas chegámos...e eu, apesar das dores e do cansaço, dava tudo para fazer começar a viagem toda do início!

Recomendadíssimo!
:)
S, thai mood, sabai sabai

Na tarde do 10º dia fomos fazer snorkeling numa ilhota linda, linda, de areia tipo farinha branca, cheia de corais e peixes lindos (os rosa atacavam-nos e bicavam, fartámo-nos de rir). Ananás, melancia e bebidas a serem servidas pela praia, um momento de contemplação, e seguimos p Phuket para apanharmos um barco p o próximo paraíso...e de facto, deu p cortar a respiração.
Sem saber bem ao que íamos, chegámos a uma ilha de vegetação ultra densa, ZERO turistas, 100% de muçulmanos, com o som da chamada p a oração bem claro, e levaram-nos para um “resort” (de resort apenas pq é um conjunto de cabanas de praia com um restaurante aberto em cima da areia). Deserto ou quase, chegámos a ver 2 pessoas, lol...com redes nas árvores, praia a perder de vista, água quente e transparente e uma paisagem impressionante: o mar da baía repleto de ilhéus. A praia era orientada p o por-do-sol e a quase falta de luz artificial fez com q o céu se abrisse estrelado ao seu limite, sob um horizonte lindo. Estive mt tempo na rede em sabai sabai, só a ouvir os sons da natureza, que são tão altos e intensos que não sei como os descrever.

11- Yao Yai
Mais um dia de Sabai sabai....ou dolce fare niente...entre passeio na praia, rede, espreguiçadeira, areia e mar...passou-se o dia! LOL, fomos dar uma volta pelo interior da ilha na hora de maior calor, mas ao fim de um bocado não aguentámos o calor e regressámos aquele paraíso perdido.
As mulheres andam tapadas e com lenço na cabeça, e muitas têm a cara mascarada com lama. Não têm dtos, até qd queríamos dar presentes às crianças, as mãe só diziam aos meninos p aceitarem, as meninas claramente não eram iguais.
Em Yao Yai comemos os melhores crepes de legumes do mundo! (tipo chineses, mas thai, óbvio, pequeninos e com noodles dentro!!)
12 – Phuket – Sirinath National Park – Bankok
Fomos lá parar por acaso. Saímos do taxi com as nossas mochilas e à espera de uma praia de locais, sem gr interesse, mas p passarmos a manhã antes do voo...e eis que...era FABULOSO. Outra versão
de paisagem diferente das que tínhamos estado até ao momento. Estávamos no meio de um parque natural , onde a praia era acompanhada por uma orla de pinheiros (Sim!!) gigantescos...novamente água transparente, quente e com longtail boats ornamentar o cenário. Passámos a manhã e dp do almoço mais picante de toda a minha vida, seguimos de regresso a Bangkok...onde mais uma aventura nos esperava.Deixámos tudo no aeroporto (afinal só tínhamos mais uma noite em Bkk e não precisávamos de nada das mochilas à parte do “necessaire” com a escova de dentes e pouco mais) e fomos visitar do zero Bkk.
Mega jantar, sempr regado de Chang, e passeiozinho pela KahosanRoad e Rambutri streets para mudarmos de opinião sobre a city. Cool spot este.
13- Bangkok...e uma aventura de Tuc-Tuc + hospital + esquadra polícia
De manhã fizemos
as visitas obrigatórias do complexo do Palácio real e alugámos um longtail só p nós e fomos ver as “ruelas” (canais) onde o povo vive...com mercado flutuante pelo meio, atravessámos os canais durante 1h30, passando pelos míudos que tomavam banho na agua preta e com esgotos a cair em jorro, casas ultra pobres e casas ultra ricas, todas elas com uma espécie de ancoradouro.Visitámos o Wat Arum e pedimos ao “skipper” (lol) p nos deixar em frente ao porto q dava p o Wat Pho. A última vista do dia e sem dúvida, em termos de impacto de estátuas, a maior: a estátua do Buda reclinado.

Qd acabámos tínhamos um plano bem simples em mente...e mt sabai, claro, a coincidir com o resto das férias: ir almoçar nas calmas e aproveitar a tarde toda p as compras (o voo era à noite e não tínhamos feito compras na viagem inteira).
MAS...assim não foi.
Ainda não tínhamos andado nos tradicionais tuc-tuc e decidimos aceitar a banha da cobra de um guarda que nos vendeu o passeio a preço da uva mijona, sendo que terminava justamente onde nós queríamos ir e passava antes no único Lucky Buda da Tailândia, e estávamos curiosos em vê-lo.
Íamos velozmente a chegar à rua das compras quando num cruzamento vemos uma pick-up a abrir em direcção ao nosso tuc-tuc..o puto que conduzia não olhou sequer p o lado (eles são doidos com aquilo) e tivemos um mega acidente.
Batemos a toda a velocidade, para mim tudo se passou em câmara lenta, voei e fui raspar toda pelo chão...lembro-me de fazer mt força com um braço p não magoar a cabeça e qd me levantei vi a perna do míudo debaixo do tejadilho, o João em pé (não teve nem um arranhão) e sangue...estava sem qq força, exausta, queria sair dali e perceber se estava inteira. Caminhei até ao passeio imundo e aterrei no chão. Queria dormir pq via tudo amarelo e estava mt mt mt calor. Exausta e com dores, a ver sangue a correr do braço e da perna. O João fez-me uma almofada e lá me deitei à espera da ambulância, rodeada de curiosos que até fotos me tiraram!
Depois foi um filme...hospital de Bangkok, inglês? What?? Nope, not much...eu diria: not at all! LOL
Estive 3 horas por lá, e saí com a certeza q o meu braço estava mal tratado e limpo e que aquilo ia piorar. Saí e o João diz-me q o polícia estava ali há 3h à espera p garantir que nos metia num táxi...para a esquadra!!!
Era o que me faltava, com dores imensas, sem comer há mts horas (e por isso não podia tomar os comprimidos analgésicos) e ainda íamos à Polícia!!
Mais uma aventura...relato brevemente: cheguei e tiraram fotos às feridas...ou às ligaduras. Depois disseram-me “Qt é q quer p ficar feliz?”...pronto, justiça de 3º mundo, na hora, sem mais nem quê....acabei por aceitar uns ridículos 20 euros e tive de tirar uma foto a agarrar no dinheiro em simultâneo com o culpado...
Fomos finalmente para a rua das compras ...mas já não consegui fazer praticamente compras, pq mal me mexia! LOL...mas comemos e bebemos com os 20€ do acidente! LOL
Regresso a Madrid... com dores e cansada, dormi q nem um anjo umas 7h a bordo, calculo q por efeito dos medicamentos. Em Madrid almoçámos com o Bruce novamente e dp estivemos só em Sabai sabai, a beber mais uma cervejinha, no Parque do Retiro ao sol. Acabámos o dia num barzinho com a minha amiga Emma, que não via há 7 anos e foi excelente...o coitado do meu trip mate é q lá teve de nos ouvir a por a conversa em dia durante 1h! LOL...MAD –LIS foi meio filme, é um facto, mas não vou relatar, íamos perdendo o avião, mea culpa, e o João teve de lá deixar as Chang de presente (tb mea culpa, ups...)- Mas chegámos...e eu, apesar das dores e do cansaço, dava tudo para fazer começar a viagem toda do início!

Recomendadíssimo!
:)
S, thai mood, sabai sabai
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