1 ano…quase um ano sem escrever uma linha no meu blog sobre viagens…e tudo por causa do Facebook!...confesso que me enerva ter-me desleixado com a escrita do que me dá mais prazer: relatar as minhas viagens, os meus mundos dentro deste T0.
Voltei. Não vou conseguir actualizar todas as viagens que fiz neste ano. Mas vou registar os momentos e locais que mais me marcaram.
Em Outubro a Indonésia foi o destino eleito. A companhia, do best, composta por my dearest friend e já companheira de várias viagens, Nélia, mais a menina do Porto, Sónia e o babe, entre as suas angels, Charlie-Fernando.
Em Java passámos por Jacarta a caminho de Yogyacarta (lê-se “jojocarta” ou então “yogi”) e os seus arredores: o mítico e lindíssimo templo de Borobudur – o mais budista do mundo – e os templos de Prambanan, rodeados pelo muito activo vulcão Merapi.
Aqui devia registar o dia /noite twigh light zone que eu e o Fernando passámos, com sugestões de leões perdidos nas ruas do nosso hostel, milícias em ponto de armar uma Beirute ali na bang (mini ruela) mais zen da ilha, seguidas de letreiros na porta do novo quarto com imagens de ratazanas (ler era impossível) e um jantar com uma família de uns 30 indonésios a cantar em palco um karaoke para os únicos clientes no restaurante (leia-se, nós). Tudo isto precedido de uma massagem Javanesa, feita por 2 homens que nos levaram às lágrimas de tanta dor, mas que firmemente mantivemos em sofrimento calado e consentido até ao final.
De seguida, separando-me das girls (que foram a Sulawesi) e ficando apenas com o meu caríssimo amigo, buddy, I Wayan Nandi-Run-Forest-Run Ferreira, rumámos a Bali para a costa este, onde passámos o melhor momento das nossas férias (pelo menos para mim foi o highlight): fizemos o PADI de mergulho e percebemos que debaixo de água há locais ainda mais bonitos que fora dela. Foi deslumbrante. Uma sensação que não consigo encontrar palavras adequadas para descrever, apenas beleza pura.
Dias descontraídos entre mergulho com água a 28º e jolas e mais jolas em casa de estrangeiros que fomos conhecendo por lá.
Passada esta semana fomos ter com as girls ao ponto mais turístico: o sul de Bali. Não é brutal, mesmo nada…mt confusão, mt poluição, mt turista. Mas os passeios que fizemos depois pelo interior da ilha valeram bem a pena, com Ubud e arredores a fazerem jus à descrição que havida lido. O Kintamani (vulcão), mais a norte, também tem uma envolvente lindíssima e mereceu a visita.
Nesta semana tenho de salientar umas aulas de windsurf muitooooo loucas, um jantar + copos com uns austríacos porreiros e praia, comida e boa vida.
Passou-se assim uma semana mt animada e com pena, um regresso sem poder dar um saltinho às ilhas mais virgens ali ao redor. Next time!
Terima kasih (lê-se Trimagazin) e até a um regresso Indonésia.
S
Voltei. Não vou conseguir actualizar todas as viagens que fiz neste ano. Mas vou registar os momentos e locais que mais me marcaram.
Em Outubro a Indonésia foi o destino eleito. A companhia, do best, composta por my dearest friend e já companheira de várias viagens, Nélia, mais a menina do Porto, Sónia e o babe, entre as suas angels, Charlie-Fernando.
Em Java passámos por Jacarta a caminho de Yogyacarta (lê-se “jojocarta” ou então “yogi”) e os seus arredores: o mítico e lindíssimo templo de Borobudur – o mais budista do mundo – e os templos de Prambanan, rodeados pelo muito activo vulcão Merapi.
Aqui devia registar o dia /noite twigh light zone que eu e o Fernando passámos, com sugestões de leões perdidos nas ruas do nosso hostel, milícias em ponto de armar uma Beirute ali na bang (mini ruela) mais zen da ilha, seguidas de letreiros na porta do novo quarto com imagens de ratazanas (ler era impossível) e um jantar com uma família de uns 30 indonésios a cantar em palco um karaoke para os únicos clientes no restaurante (leia-se, nós). Tudo isto precedido de uma massagem Javanesa, feita por 2 homens que nos levaram às lágrimas de tanta dor, mas que firmemente mantivemos em sofrimento calado e consentido até ao final.
De seguida, separando-me das girls (que foram a Sulawesi) e ficando apenas com o meu caríssimo amigo, buddy, I Wayan Nandi-Run-Forest-Run Ferreira, rumámos a Bali para a costa este, onde passámos o melhor momento das nossas férias (pelo menos para mim foi o highlight): fizemos o PADI de mergulho e percebemos que debaixo de água há locais ainda mais bonitos que fora dela. Foi deslumbrante. Uma sensação que não consigo encontrar palavras adequadas para descrever, apenas beleza pura.
Dias descontraídos entre mergulho com água a 28º e jolas e mais jolas em casa de estrangeiros que fomos conhecendo por lá.
Passada esta semana fomos ter com as girls ao ponto mais turístico: o sul de Bali. Não é brutal, mesmo nada…mt confusão, mt poluição, mt turista. Mas os passeios que fizemos depois pelo interior da ilha valeram bem a pena, com Ubud e arredores a fazerem jus à descrição que havida lido. O Kintamani (vulcão), mais a norte, também tem uma envolvente lindíssima e mereceu a visita.
Nesta semana tenho de salientar umas aulas de windsurf muitooooo loucas, um jantar + copos com uns austríacos porreiros e praia, comida e boa vida.
Passou-se assim uma semana mt animada e com pena, um regresso sem poder dar um saltinho às ilhas mais virgens ali ao redor. Next time!
Terima kasih (lê-se Trimagazin) e até a um regresso Indonésia.
S
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