a 11.09.2018 escrevi...
Passou tanto tempo desde a última vez que escrevi e tantas emoções…
2016 foi o ano da gravidez, o crescimento de um amor incrível e desmesurado, uma preparação para o momento seguinte em que nos rendemos à maravilhosa natureza de ser mãe.
2017 nasceu a minha filha. A bebé mais perfeita e linda do meu Mundo. Uma criança que tem vindo a mostrar-me que o amor incondicional não tem mesmo limites nem tempo. Nasce e já está. Por ela percebi que seria capaz de a defender com a minha vida, de matar, de me tornar um animal em defesa da sua cria. É muito forte. É gigante.
2018 casei com o homem que amo e que mesmo sendo tão diferente de mim e dos meus antigos estereótipos faz-me sentir a pessoa mais feliz e amada do Mundo. Amo-o tanto que não é sequer questão ele já não existir na minha vida. A nossa vida. Porque a minha vida passou a ser partilhada. Com o Pedro. Com a Maria do Mar. Para sempre.
Pairo numa sensação estranha entre tudo o que já vivi, a intensidade com que vivi e esta “normalidade” que para mim não era normal, de uma vida comum, com filhos, encargos, planeamento…mas nem por um segundo me arrependo dessa normalidade pois com ela vem o amor do meu marido e da minha filha.
A intensidade com que vivi servirá para me guiar na educação desta nova vida que começo com ela. Quero mostrar-lhe a bondade e beleza que há no Mundo. Abrir-lhe portas. Ser feliz sabendo que ela é feliz e segue os seus passinhos.
Este é um texto escrito com tanto, mas tanto amor que me emociono enquanto o escrevo.
Obrigada Pachamama por mais uma dádiva.
Sofia Cardoso Garcia e Costa
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