Depois da Síria andei uns tempos por cá, com o pretexto de mostrar ao Francesco algumas zonas lindíssimas de Portugal, fui reconhecer tantas e tantas aldeias, encostas, praias desertas, sabores puros, que há anos não revivia.
Estivemos pela magnífica península de Tróia, onde em Fev. fiz o meu primeiro dia de praia do ano! Descemos a costa alentejana devagar, falésia a falésia, até dobrar a costa vicentina. Percorremos o interior, alentejano também, descendo pelo seu outro lado: junto ao Guadiana.
Subimos ao Baleal, dormimos na praia, e fomos ao Algarve, de Tavira a Sagres!
ok, sem parar muito no meio onde estão alguns horrores desta modernidade sem escrúpulos que autorizou construção desenfreada em troca de prestígio e dinheiro, ignorando o crime que, para mim, ela representa).
Sempre parando e aproveitando cada lugar, e eu pensando que às vezes procuramos lá fora aquilo que temos cá dentro. Portugal é belíssimo.
S
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